
Que pai horrível. Dia 17 passou e eu nem consegui parar pra escrever algo sobre o teu aniversário. Coisa inacreditável como cada vez te amo mais, minha pequenina. Tá ficando uma mocinha. Que saco essa tua independência, filha. Cada dia tu precisas menos do teu pai! Para de crescer! Tempos atrás falei que quando te vi pela primeira vez, não achei que podia te amar mais do que naquele momento. Poisé, a cada ano me engano mais sobre isso. Minha Felicia, tu és a filha mais perfeita do mundo. Parabéns pelos teus 4 anos.
Não posso escrever mais! Tô saindo pra te buscar na escola. Que ansiedade de chegar lá e te ouvir me perguntar quem vai nos visitar em casa hoje, ou se eu tenho alguma guloseima especial na minha mochila. Que vontade de te colocar nos meus ombros e caminhar ouvindo tua voz. Eu tenho que guardar essas lembranças, filha. Já começo a sentir saudades de tudo isso. Maldita nostalgia antecipada. De qualquer forma, esquecendo ou lembrando dessas pequenas coisas, saiba que sempre vou te amar cada vez mais e que mesmo não querendo essa tua independência, me diverte a aventura diária de te ver descobrir o mundo, de cada novidade que tu trazes pra minha vida. Eu te amo demais, filha. Nunca custa lembrar né?
