sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quando
quando o ar que eu respiro se torna o ar que me sufoca
quando o lugar que eu odeio vira meu refúgio
quando o tempo pára e o vazio é mais denso que o sangue
quando o silêncio é assustador demais pra agüentar
quando a lembrança parece uma vida inteira
quando a espera agride mais que a perda
quando o soro seca e a existência soa desnecessária
quando à beirada eu me viro e penso em tantos quandos mais
quando um degrau vem antes de ir de encontro ao chão
quando o lugar que eu odeio vira meu refúgio
quando o tempo pára e o vazio é mais denso que o sangue
quando o silêncio é assustador demais pra agüentar
quando a lembrança parece uma vida inteira
quando a espera agride mais que a perda
quando o soro seca e a existência soa desnecessária
quando à beirada eu me viro e penso em tantos quandos mais
quando um degrau vem antes de ir de encontro ao chão
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